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        <title>Actualidade - OrangEye.com</title>
        <description>Notícias / News</description>
        <link>http://www.orangeye.com/</link>
        <lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2009 20:30:01</lastBuildDate>
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        <language>pt</language>
        <copyright>2009</copyright>
        <managingEditor>OrangEye Portal</managingEditor>
        <webMaster>webmaster@orangeye.com</webMaster>
        <category>Actualidade</category>
        <item>
            <title>Governador de Nova York defende projeto para legalizar casamento gay</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410750&amp;lang=pt</link>
            <description>NOVA YORK - David A. Paterson apresentou na quinta-feira um projeto para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, prometendo se envolver pessoalmente no debate legislativo de maneira incomum para um governador de Nova York.&lt;P&gt;Usando o peso de seu gabinete para apoiar a lei que ainda enfrenta inúmeros obstáculos na Assembleia Estadual em Albany, Paterson disse que irá usar os relacionamentos pessoais que desenvolveu ao longo de duas décadas no Estado para que o projeto seja votado (e aprovado). O voto deve deve ser disputado no Senado e alguns defensores da medida dizem que o envolvimento direto de Paterson pode ser a chave. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Em uma coletiva de imprensa na quinta-feira, o democrata Paterson invocou o movimento abolicionista dos anos 1800, os textos de Harriet Beecher Stowe e a decisão de Dred Scott na Suprema Corte para argumentar que Nova York tem negligenciado os direitos civis de gays e lésbicas por tempo demais. &quot;Eu irei parar com isso&quot;, ele disse. &quot;Nós temos o dever de garantir que a igualdade realmente exista para todos&quot;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A Assembleia Estadual aprovou o projeto de casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2007 com votação de 85 a 61, uma margem que deve ser ampliada quando a medida for considerada nesta primavera. Mas o caminho no Senado é menos claro: 32 votos serão necessários e, segundo os democratas, cerca de 25 de seus 32 membros atualmente apoiam a medida. Então o resultado pode depender de Paterson e outros defensores da lei persuadirem senadores republicanos relutantes em romper com seus líderes e apoiar o projeto.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Defensores dos direitos dos homossexuais expressaram confiança no envolvimento pessoal de Paterson, apesar de seu ínfimo índice de aprovação e desafios em avançar outros aspectos de sua agenda. Eles dizem que os legisladores muitas vezes se sentem menos pressionados por questões partidárias em assuntos de liberdade civil como o casamento gay. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Paterson frequentemente atribui sua defesa dos direitos homossexuais em parte à amizade que manteve com um casal gay que era amigo de seus pais no Harlem. Ele ainda fala sobre os dois, agora falecidos, com carinho e os chama de tio Stanley e tio Ronald.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Seu investimento emocional foi percebido na quinta-feira em um discurso que comparou o casamento gay com a escravidão, a desqualificação das mulheres e o abandono dos deficientes.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&quot;Nós conhecemos a ira da discriminação&quot;, disse Paterson, o primeiro governador negro de Nova York. &quot;Todos nós sentimos a dor e o insulto da raiva. Por isso estamos aqui hoje&quot;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=casamento+gay&quot; target=_top&gt;casamento gay&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:38</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Em nome da beleza, americanas adotam prática rápida, barata e mortal</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410749&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;P&gt;NOVA YORK - Como quase toda mulher, Fiordaliza Pichardo queria apenas ficar bonita. Por isso, alguns anos atrás ela começou a receber injeções de silicone de uma mulher que conheceu através de uma amiga para enrijecer as coxas e o bumbum. Ela nunca esperava pagar um preço tão alto pela beleza.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Em março, um dia depois de receber uma injeção, Pichardo, 43, morreu do que os legistas determinaram ser uma embolia pulmonar de silicone.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O departamento de saúde da cidade teme que o uso ilegal de silicone como alternativa à cirurgia cosmética esteja em alta. O centro de controle de venenos já recebeu três ligações nos últimos 10 meses de médicos que trataram pacientes com silicone injetável. Nos dois últimos anos, a cidade registrou apenas dois casos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Oficiais do Departamento de Saúde dizem que outros casos podem ter passado despercebidos, uma vez que os médicos não são obrigados a relatar o envenenamento ou morte por causa do silicone e a substância é difícil de ser detectada em aparelhos de raio-X ou tomografia.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nacionalmente, os relatos do aumento do bumbum com silicone e outros líquidos similarmente grossos foram revelados do Noroeste a Miami. A agência de Administração de Alimentos e Drogas (ou FDA, na sigla em inglês)&amp;nbsp;também planeja divulgar um alerta sobre os perigos da prática, afirmou sua porta-voz Siobhan DeLancey.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;DeLancey disse que o silicone líquido não é aprovado para injeção em tecidos, apenas para o uso nos olhos e em certos implantes onde é contido e não pode vazar.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;As americanas são vítimas de um mercado negro da beleza que usa injeções de silicone médico ou industrial como uma forma barata, rápida e facilmente acessível de aumentar os seios, bumbum, coxas e aliviar rugas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;As injeções são populares entre mulheres latinas e transexuais, que podem não conseguir pagar por cirurgias plásticas convencionais e que fazem isso com a ajuda de praticantes não autorizados, afirmam os oficiais.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Apesar do efeito colateral ser raro, o silicone pode migrar pela circulação, criando possíveis coágulos nos pulmões, como no caso de Pichardo, disse o Dr. Nathan M. Graber, diretor de epidemiologia ocupacional e ambiental do Departamento de Saúde e Higiene Mental da Cidade de Nova York. Ele também pode migrar através dos tecidos, causando saliências e dor crônica.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;As injeções são administradas em casa, em consultórios improvisados ou em &quot;festas do aumento&quot;, onde as convidadas injetam umas nas outras, revelam as autoridades.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=beleza&quot; target=_top&gt;beleza&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:37</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Estudo revela passado de super-secas na África</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410748&amp;lang=pt</link>
            <description>Durante pelo menos&amp;nbsp;três mil&amp;nbsp;anos, uma série de potentes secas, muito mais graves e duradouras do que as que são experienciadas hoje, atingiram o cinturão sub-Saariano da África que hoje abriga milhões das pessoas mais pobres do mundo, afirmaram pesquisadores climáticos. &lt;CENTER&gt;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;
&lt;TBODY&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;NYT&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style=&quot;WIDTH: 400px; HEIGHT: 300px&quot; alt=África src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/178/178/77/3370405.us_nyt_mundo_300_400.jpg&quot; &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Secas que atingem região de tempos em tempos é inevitável e imprevisível&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;
&lt;P&gt;A última de tais secas, que persistiu mais de três séculos, terminou por volta de 1750, a equipe de pesquisa revela na edição do dia 17 de abril do jornal Science.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Os cientistas alertaram que tais mega-secas são inevitáveis, apesar de não existir uma forma de prever quando a próxima acontecerá.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A assustadora descoberta surgiu do primeiro estudo ano a ano das condições climáticas na região ao longo de milênios, com base nas camadas de lama e árvores mortas em um lago de Gana. Apesar das evidências terem sido colhidas apenas em uma localidade, o lago Bosumtwi, os pesquisadores disseram ter provas de que os padrões de seca que marcaram o leito do lago atingiram toda a região do oeste da África.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O principal autor do estudo, Timothy M. Shanahan da Universidade do Texas e Jonathan T. Overpeck da Universidade do Arizona, alertaram que o aquecimento global deve exacerbar estas secas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Kevin Watkins, diretor do gabinete de Relatórios de Desenvolvimento Humano da ONU, disse: &quot;Muitas das 390 milhões de pessoas que vivem na África com menos de US$1,25 por dia são pequenos fazendeiros que dependem de duas coisas: terra e chuva. Qualquer mudança climática como o atraso nas chuvas, ou uma mudança no ciclo das secas, pode ter efeitos catastróficos&quot;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Por causa da vulnerabilidade da região, as novas descobertas e a perspectiva de aquecimento global podem ser &quot;sinais precoces de uma reversão sem precedentes e catastrófica no desenvolvimento humano&quot;, disse Watkins.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O estudo afirma que algumas das grandes secas do passado tiveram relação com padrões de aumento e redução da temperatura da superfície do Oceano Atlântico, algo que é conhecido como a oscilação multi-decanal do Atlântico.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Tipicamente, nos últimos três mil anos, uma mega-seca aconteceu a cada 30 e 65 anos, segundo os pesquisadores. Mas diversas as secas que duraram séculos e foram registradas no clima, a mais recente persistindo de 1400 até cerca de 1750, são mais difíceis de se explicar.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ainda que esta seca tenha acontecido durante um período de frio no Hemisfério Norte conhecido como a &quot;Pequena Idade do Gelo&quot; outras apareceram quando o mundo estava relativamente quente, diz o estudo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=%E1frica&quot; target=_top&gt;África&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:36</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Líderes da América Latina querem redefinir relação com Estados Unidos</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410747&amp;lang=pt</link>
            <description>RIO DE JANEIRO – Há quatro anos, quando o presidente George W. Bush viajou à Argentina para se unir com líderes latino-americanos, manifestantes quebraram janelas, saquearam lojas e fizeram slogans anti-Bush. &lt;P&gt;Hugo Chávez, presidente da Venezuela, convidou 25 mil pessoas a irem a um estádio de futebol para protestar contra as políticas de livre comércio dos Estados Unidos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O auge do encontro foi apontado como um fiasco para Bush e um declínio nas relações entre os Estados Unidos e a América Latina.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Agora, o presidente Barack Obama viaja a Trinidad e Tobago, para a 5ª Cúpula das Américas, que ocorre neste fim de semana. Ele tem a chance de acabar com as lembranças do último encontro e se reunir com a América Latina, uma região que se manteve distante do conflito no Iraque durante os anos de Bush.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Mas os líderes latino-americanos estão buscando mais do que se reunir. Eles querem redefinir a relação entre os países.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“Eu pedirei aos Estados Unidos para ter uma visão diferente da América Latina”, disse Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, no mês passado antes do encontro com Obama em Washington. “Somos democráticos, um continente pacífico e os Estados Unidos devem olhar para a região de uma maneira desenvolvida e produtiva, não pensar apenas no tráfico de drogas ou no crime organizado”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Líderes de 34 países com governos eleitos democraticamente formam a Cúpula das Américas. Eles esperam pressionar Obama em questões que incluem a economia mundial e as políticas dos Estados Unidos sobre Cuba e as drogas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;&lt;EM&gt;Por ALEXEI BARRIONUEVO&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=Am%E9rica%20Latina&quot; target=_top&gt;América Latina&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:36</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Votação na Índia é alimentada por questões locais</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410746&amp;lang=pt</link>
            <description>HYDERABAD – A Índia começou a votar nesta quinta-feira, em uma de suas eleições mais bagunçadas nos últimos anos. A eleição, sem previsão confiável de quem se superaria, teve campanhas que deram mais destaque a questões locais do que atenção à direção que o país deve tomar. &lt;CENTER&gt;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;
&lt;TBODY&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;NYT&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style=&quot;WIDTH: 400px; HEIGHT: 241px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/150/150/49/3375387.us_nyt_mundo_241_399.jpg&quot; &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Indianos fazem fila para votar nas eleições nacionais do país &lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;
&lt;P&gt;Nem o governante Congresso Nacional Indiano, nem sua oposição, o partido Bharatiya Janata, deve ganhar sem fechar acordos com líderes de partidos pequenos e ambiciosos, que esperam barganhar muito por uma chance no poder.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Mais de 714 milhões de pessoas podem votar na Índia, onde as eleições nas últimas quatro semanas determinarão a seleção de 543 membros do parlamento. Os resultados devem ser anunciados dia 16 de maio. Relatórios iniciais da Comissão da Eleição Central indicaram mais de 86% de votos em algumas regiões, mesmo com as temperaturas muito quentes.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A violência já se espalhou. Maoístas, do cinturão central e leste da índia, divulgaram um boicote às eleições e executaram uma série de ataques fatais nas últimas semanas. Nesta quinta-feira, 18 pessoas, incluindo 11 oficiais de segurança, foram mortas em ataques distintos em três estados. Mais de dois milhões de membros do corpo de funcionários se distribuíram estrategicamente pelo país.&lt;BR&gt; &lt;BR&gt;A incerteza do tipo de coalizão de governo será feita lança dúvidas sobre questões de importância crítica para a Índia. S temas abrangem desde uma ação afirmativa baseada em castas no setor privado ou sobre reformas de universidades públicas arcaicas da Índia até sua posição no diálogo sobre mudanças climáticas. Quanto mais frágil a coalizão, mais difícil será fazer escolhas políticas contenciosas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Diferente de coalizões do passado, desta vez, as alianças políticas serão alinhadas apenas se os resultados forem anunciados, além de haver uma incerteza quando o tipo de governo deve se esperar. As eleições acontecem em meio uma crise financeira mundial que começou a golpear o crescimento econômico da Índia, mas a campanha foi dominada por debates sobre religião, casta, pobreza e uma diversidade de questões locais.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Todos os partidos apelaram para promessas a eleitores desde pacotes para pobres até a expansão de um programa federal de empregos até aparelhos de televisão de graça.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Em Andhra Pradesh, um dos 17 estados onde a votação começou nesta quinta, foram relatados mais de 65% e diversos partidos deram presentes na véspera da eleição: dinheiro para as mulheres e licor para os homens. O encarregado da eleição estadual, I. V. Subbarao, disse que foram estimados US$ 5 milhões em dinheiro confiscado nas últimas semanas. Oficiais suspeitaram que o dinheiro fosse para ser entregue a eleitores, o que é ilegal.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;As preocupações dos eleitores se estendem do paroquial ao filosófico. Em um território, onde predomina a classe operária, chamado V. V. Girinagar, uma mulher chamada Vijaylakshmi, 33, disse que recompensaria quem se opusesse ao Partido Bharatiya Janata, porque seu legislador local financiou a reforma de ruas na vizinhança. P. Kishtaiah, 52, disse que em época de eleição qualquer político promete legalizar construções ilegais de bairros pobres, mas ninguém até hoje cumpriu essa promessa.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Próximo ao local, em uma jurisdição de classe média, Uma Shekar, 40, que trabalha em uma empresa de consultoria de software, disse que já cansou da corrupção. Ele falou que sua família tradicionalmente votava no Congresso, mas se voltou para outros partidos nos últimos anos. “Nada funciona”, disse.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Seu pai, Dasaratha Rama Iyer, 78, se apoiando em sua bengala, disse que continua votando por uma causa maior. “Deus permitirá que eu viva para ver uma democracia que não esteja destruída”, disse.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Andhra Pradesh, com uma população de mais de 70 milhões de pessoas, é um dos estados que poderiam fazer diferença em quem ditará as regras na Índia. Também é um microcosmo de tendências políticas no país como um todo.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Por exemplo, Chandrababu Naidu, do partido regional foi aclamado por ter levado empresas tecnológicas para Hyderabad. O Partido Telugu Desam, ao qual ele pertence, se uniu à coalizão do governo central liderada por B. J. P. Então ele foi derrotado, como também foi a coalizão.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Atualmente, com um olho no barômetro político, Mr. Naidu mudou de rumo. Ele divide o palco com comunistas e promete televisões de graça para os pobres. Agora, ele acredita que a agenda do nacionalista hindu B.J.P. – Hindutya, como é chamado no país – gerar votos. “Todos estão preocupados com um futuro brilhante. Não estão interessados nesse Hindutya”, disse ele em uma entrevista.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ele é parte de uma nova aliança da Terceira Frente. Ela compete para formar um governo sem dois partidos nacionais. Suas chances são consideradas pequenas, mas ainda é um incômodo em cada lado do partido.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=IGESPORTES&amp;q=%CDndia&quot; target=_top&gt;Índia&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:35</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Editorial: O problema da marca Brando</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410745&amp;lang=pt</link>
            <description>Talvez algum dia as celebridades abram seus nomes e obras para domínio público. Isso resolveria o que pode ser chamado de problema Brando - o caso de uma grande figura publica que morre e deixa para trás uma enorme e contraditória imagem e nenhum legado comercial claro.&lt;P&gt;A tentativa de se criar uma marca Brando de toda a criação de Marlon Brando está nas mãos dos estranhos responsáveis por sua fundação: um produtor, um contador e seu antigo assistente pessoal. Até então, sua principal atividade foi processar companhias que infringiram o nome Brando, que é uma marca registrada.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Como Michael Cieply escreveu no The New York Times esta semana, os responsáveis pela fundação entraram com uma nova ação contra os operadores do chamado Loft Brando, no centro de apartamentos residenciais de Los Angeles. (A ação atesta que o nome de Brando também é usado sem permissão em outros locais, como um condomínio em Miami.)&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Criar uma marca significativa de Brando (ao contrário se simplesmente alertar quem usa o nome sem permissão) não será uma tarefa fácil. A busca por um lado comercial viável em Brando deve atrair algumas distorções interessantes. Será o jovem homem que ficou famoso com o drama &quot;The Wild One&quot;? O brilhante ator de palco?&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Irá evocar os pensamentos de Don Corleone ou Jor-El ou Maria Schneider? Ou será a figura que se escondeu em um atol particular no Pacífico sul, onde os responsáveis por sua fundação planejam construir um resort temático, ecologicamente correto?&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Comparado com o legado unitário único de Elvis Presley, Brando (quem quer que fosse o homem&amp;nbsp; quando não estava atuando) está envolto em névoa.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Ele é um otimo exemplo da figura que, em um mundo ideal, deveria pertencer ao público que fez o seu nome.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Marlon+Brando&quot; target=_top&gt;Marlon Brando&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:35</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Relatório revela detalhes sobre técnicas de tortura aprovadas pela gestão Bush</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410744&amp;lang=pt</link>
            <description>WASHINGTON - Um relatório divulgado na terça-feira revelou evidências detalhadas sobre o uso de técnicas militares violentas para o interrogatório de prisioneiros suspeitos de terrorismo que foram aprovadas pela gestão Bush.&lt;UL&gt;
&lt;LI&gt;&lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/21/obama+deixa+porta+aberta+a+possivel+julgamento+por+tortura+na+cia+5657068.html&quot; target=_top&gt;Obama deixa porta aberta a possível julgamento por tortura na CIA&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O relatório se concentra apenas em interrogatórios realizados pelas forcas militares, não aqueles conduzidos pela Agencia Central de Inteligência (ou CIA, na sigla em inglês) em suas prisões secretas no exterior. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O documento rejeita alegações de que o ex-secretario de Defesa Donald H. Rumsfeld e de outros oficiais do Pentágono não participaram do tratamento cruel de prisioneiros na prisão de Abu Ghraib no Iraque e outras instituições militares.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O relatório de 232 páginas, divulgado após 18 meses de investigação, foi aprovado no dia 20 de novembro pelo Comitê de Serviços Armados do Senado, mas desde então esteve sob revisão do Pentágono para deixar de ser sigiloso. Algumas das descobertas foram divulgadas no dia 12 de dezembro pelo The New York Times, quando um porta-voz de Rumsfeld tratou o relatório como &quot;alegações infundadas contra aqueles que serviram a nação&quot;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O relatório do Senado documentou como algumas das técnicas usadas pelos militares em prisões no Afeganistão e na base naval de Guantánamo, Cuba, bem como no Iraque (deixar prisioneiros nus, colocá-los em posições de estresse ou não permitir que dormissem) surgiram de um programa militar conhecido como Survival Evasion Resistance and Escape (Sobrevivência Evasão Resistência e Fuga, em tradução literal), ou SERE, que buscava treinar soldados americanos para resistir a abusos em interrogatórios inimigos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;De acordo com a investigação do Senado, um cientista comportamental militar e um colega que testemunhou o treinamento SERE propôs seu uso em Guantánamo em outubro de 2002, conforme a pressão aumentava para &quot;'dificultar' os interrogatórios de prisioneiros&quot;. Os oficiais pediram autorização e Rumsfeld aprovou 15 técnicas de interrogatório.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=tortura&quot; target=_top&gt;tortura&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:34</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>A guerra se acalma, mas civis ainda enfrentam crise no Sri Lanka</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410743&amp;lang=pt</link>
            <description>NOVA DELHI – Na terça-feira, um dia após a destruição de uma trincheira, o Exército do Sri Lanka avançou sobre o que parecia ser o último pedaço da costa do nordeste tomado pelos rebeldes separatistas tâmeis. No local, havia milhares de civis presos em uma situação chamada pelo Comitê da Cruz Vermelha de “nada menos que catastrófico”.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;CENTER&gt;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;
&lt;TBODY&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;AP&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style=&quot;WIDTH: 400px; HEIGHT: 275px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/37/37/37/3427378.us_sri_lanka_mundo_275_400.jpg&quot; &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;
&lt;P align=center&gt;&lt;FONT size=1&gt;Civis do Tâmil chegam à zona de segurança controlada pelo governo&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/CENTER&gt;
&lt;P&gt;A Cruz Vermelha disse em um relatório que centenas de pessoas foram mortas ou feridas no conflito. Ao menos 4.500 morreram desde a metade de janeiro, disse um oficial sênior da ONU.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Diversos países, juntamente com a ONU, pediram ao governo e aos rebeldes a permissão da passagem segura para os milhares de civis presos no que seria a última zona de batalha de um conflito que existe há mais de duas décadas. Esses pedidos foram completamente ignorados.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Seevaratnam Puleedevan, secretário-geral do secretariado de paz dos rebeldes, disse, na terça, por telefone, que o grupo para a Libertação dos Tigres do Tâmil Eelam, ou Tigres Tâmeis, “nunca se entregarão”, de acordo com a agência de notícias Reuters.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Na segunda-feira, soldados do Sri Lanka penetraram em uma represa de terra de aproximadamente 13 quilômetros, um resquício de terra entre uma lagoa de água salgada e um mar, onde os rebeldes montaram sua base. O Exército disse que cerca de 50 mil pessoas partiram desde então.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Os rebeldes acusam os militares de matarem mil pessoas e ferir mais do que o dobro deste número. Em relatórios mais recentes, que incluem um vídeo mostrado pelo exército a alguns jornalistas, no qual sugeria que em Colombo, capital do Sri Lanka, combatentes rebeldes haviam atirado e matado civis que tentavam fugir.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Não há uma estimativa confiável de quantos civis ficaram na área. Agências de assistência acham que há entre 50 e 100 mil pessoas. Imagens de satélite da UNOSAT, serviço da ONU que fornece imagens de satélite de zonas de conflito e áreas devastadas, mostra que há uma grande concentração de pessoas em acampamentos temporários, em áreas que no começo de fevereiro e março estavam desocupadas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Jornalistas independentes não têm acesso a nenhum local próximo da zona de conflito. Diversos correspondentes estrangeiros que cobrem a região foram informados de que seus nomes estão em uma lista de pessoas que não podem entrar, impedindo efetivamente os profissionais de entrarem no Sri Lanka mesmo como turistas, (o país não respondeu a pedidos freqüentes do “The New York Times” por vistos de entrada).&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Na semana passada, os militares declararam uma pausa de dois dias no conflito e pediram que os rebeldes deixassem os civis saírem do local. Os tigres pediram novamente por um cessar-fogo e diálogos, o que o governo rejeitou.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Diversos países, incluindo os Estados Unidos, pediram ao governo para repensar mais uma vez sobre essa guerra, para que houvesse uma negociação sobre a evacuação dos civis.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nesta terça, o presidente Mahinda Rajapaksa do Sri Lanka chamou de “desnecessário” referindo-se ao êxodo de civis.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Recentemente, enviados da ONU foram mandados ao Sri Lanka diversas vezes. Mas eles ainda precisam convencer os rebeldes a considerar uma negociação de desarmamento. Outra opção seria persuadir o governo a diminuir a pressão sobre o conflito por um tempo razoável no qual possa haver uma evacuação de não combatentes.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Mas o retrato da carnificina surgiu daqueles que planejavam sair do local. A pesquisa conduzida pela UNICEF, em meados de março, mostrou que entre as crianças com idade abaixo de cinco anos, uma em quatro sofre de subnutrição. Uma agência de assistência aos feridos disse que uma criança em quatro tiveram membros do corpo amputados.&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Por SOMINI SENGUPTA&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=sri+lanka&quot; target=_top&gt;Sri Lanka&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:33</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Estrangeiros ocupam cargos que geralmente iraquianos rejeitam</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410742&amp;lang=pt</link>
            <description>BAGDÁ – Eles dizem que poderiam ter optado por Dubai, Arábia Saudita ou até mesmo Europa, mas Bagdá é a escolha de destino para um crescente número de trabalhadores estrangeiros. Uma perspectiva surpreendente de uma cidade onde, não há muito tempo, havia poucas probabilidades de manter a liberdade ou a vida tempo suficiente para receber o salário.&lt;P&gt;“Algumas vezes eu ouço bombas, mas não ligo”, disse Zahandwir Aloui, 25, que trabalha como garçom, deixando sua esposa e dois filhos em sua casa em Bangladesh. “Eu gosto de trabalhar aqui”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Há pouco tempo ele estava lavando as louças no elegante restaurante onde trabalha. O local é possui uma das melhores notas dentre os melhores restaurantes, casas e hotéis onde garçons, cozinheiros, recepcionistas, domésticas e serventes são cada vez mais provenientes da Índia, Uganda, Bangladesh, Nepal e Etiópia.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Esses não são trabalhadores contratados, recrutados por empresas como a KBR ou a Halliburton para trabalhar em cafeterias militares dos Estados Unidos ou ser guarda de segurança no perímetro das bases americanas, mas homens e mulheres que foram ao Iraque para trabalhar em cargos nos quais, se fosse de outra forma, iraquianos seriam contratados. E mesmo o número de estrangeiros trabalhando para iraquianos ainda é pequeno, parece mais um sinal de que a capital está a um passo de voltar para a normalidade.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Embora se estime que a taxa de desempregados no Iraque seja cerca de 40%, o problema aqui é mesmo que em muitos lugares. Mesmo que iraquianos sejam mais bem pagos que estrangeiros, donos de empresas dizem que é quase impossível manter uma equipe de membros iraquianos em cargos de posições baixas por mais do que poucas semanas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“Há alguns cargos que iraquianos não aceitam, mesmo que estejam desempregados”, disse Basil Radhi, 54, iraquiano cuja família é proprietária de um restaurante próximo.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Desde a invasão do Exército dos Estados Unidos em 2003, poucos estrangeiros ousaram sair da parte altamente segura chamada Zona Verde, com exceção de soldados americanos bem armados. Isso porque estrangeiros eram alvos de sunitas e milícias xiitas, que organizavam sequestros e execuções.&lt;BR&gt;&amp;nbsp; &lt;BR&gt;&amp;nbsp; &lt;BR&gt;&lt;EM&gt;Por TIMOTHY WILLIAMS and TAREQ MAHER&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Iraque&quot; target=_top&gt;Iraque&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:33</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Pirata chega à Nova York para enfrentar acusações</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410741&amp;lang=pt</link>
            <description>NOVA YORK – A corte federal em Lower Manhattan&amp;nbsp;é uma construção&amp;nbsp;grandiosa, mais do que o suficiente para sustentar casos que fazem história como aqueles envolvendo o famoso mafioso nova iorquino John Gotti, o mega investidor&amp;nbsp;Madoff e diversos homens aliados a Osama bin Laden. &lt;UL&gt;
&lt;LI&gt;&lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/04/22/jovem+pirata+somali+sera+julgado+como+adulto+nos+eua+5661913.html&quot; target=_top&gt;Jovem pirata somali será julgado como adulto nos EUA&lt;/A&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/22/nao+paguem+resgate+aos+piratas+diz+primeiro+ministro+da+somalia+5663033.html&quot; target=_top&gt;Não paguem resgate aos piratas, diz primeiro-ministro da Somália&lt;/A&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/22/mae+pede+perdao+de+obama+a+pirata+familia+de+morto+indenizacao+5668900.html&quot; target=_top&gt;Mãe pede perdão de Obama a pirata; família de morto, indenização&lt;/A&gt;&lt;BR&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;
&lt;P&gt;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 align=left border=0&gt;
&lt;TBODY&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;AP&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style=&quot;WIDTH: 209px; HEIGHT: 250px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/28/28/28/3430375.us_piratas_mundo_250_209.jpg&quot; &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;
&lt;TR&gt;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;Muse chega&amp;nbsp;a corte judicial&amp;nbsp;de Nova York&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Mas nenhum desses casos veio com uma bagagem como Abduwali Abdukhadir Muse, um somali que não fala inglês, não se sabe qual sua idade e está sendo julgado por uma lei federal que não é usada há décadas e&amp;nbsp;que&amp;nbsp;tem uma sentença obrigatória de prisão perpétua.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nesta terça-feira, menos de duas semanas após o governo dizer que Muse e&amp;nbsp;mais três&amp;nbsp;homens&amp;nbsp;atacaram um navio americano na costa da África, Muse estava sentado em uma sala apertada de tribunal, quase engolido por uma grande cadeira, com sua mão esquerda toda enfaixada. Enquanto isso, advogados e o juiz discutiam por 45 minutos apenas para descobrir sua idade.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O juiz, sob as objeções de promotores e repórteres, esvaziou a corte.&amp;nbsp;Então, ouviu o pai de Muse declarar, por uma transmissão telefônica da Somália e por meio de um intérprete, que seu filho nasceu em 1993 – o que o faz ter 15 anos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Mas um detetive policial em Nova York que foi para a África como parte de uma equipe de investigação, Frederick Galloway, disse ao juiz que Muse, após afirmar que tinha 15, disse que mentiu e se desculpou, dizendo que tinha entre 18 e 19 anos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;“Ele também disse, ‘Desculpe-me por ter mentido para vocês’”, declarou Galloway. “Ele&amp;nbsp;afirmou que ‘quando eu rezar de novo pedirei a Alá perdão por mentir a vocês e eu não vou fazê-lo de novo’”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Muse recebeu cinco acusações nesta terça, dentre as quais a mais séria foi “o crime de pirataria como definida pela lei das nações”, e após o juiz declarar que ele era um adulto, mandou prendê-lo sem possibilidade de fiança.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O chefe do FBI em Nova York, Joseph M. Demarest Jr., disse em um relato: “Piratas dos dias de hoje sustentam uma semelhança fanfarrona com os anti-heróis de ficções populares”. Ele chamou Muse e sua turma de “sequestradores de embarcações, que roubaram um navio, ameaçaram a tripulação e manteve o capitão refém sob a mira de uma arma”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O governo disse que Muse foi o único sobrevivente de uma equipe de homens que abordaram o Marsk Alabama, navio cargueiro americano, na costa da Somália, em 8 de abril. A tripulação e o navio foram deixados depois que o capitão se ofereceu como refém. Por fim, ele foi resgatado quando a Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos mataram seus&amp;nbsp;sequestradores com três tiros perfeitamente posicionados.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Muse havia se entregado antes às forças americanas para buscar tratamento para sua mão ferida. Membros da tripulação falaram sobre os tensos momentos&amp;nbsp;durante os&amp;nbsp;quais foram mantidos reféns, mas a divulgação da queixa criminal feita por promotores na terça-feira descreveu exatamente como Muse ficou ferido.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Durante a captura do navio, Muse estava examinando o interior&amp;nbsp;da embarcação&amp;nbsp;em meio à escuridão devido à falta de eletricidade. Usando um membro da tripulação como guia, ele procurava outros tripulantes para fazê-los refém. Muse disse que deixara a arma com seus compatriotas porque alguém do navio havia dito que os outros estariam “muito assustados para se entregar se ele estivesse armado”.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Em um corredor, um membro da tribulação escondido pulou nele e o dominou. Com a ajuda de outro integrante, os dois subjugaram Muse, amarraram suas mãos com um fio, e o levaram para uma sala segura, onde estavam outras pessoas da tripulação.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Foi aparentemente durante a luta que Muse foi golpeado e ferido, e na corte, nesta terça-feira, sua mão esquerda estava coberta por uma grossa bandagem branca.&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;EM&gt;Por&amp;nbsp;BENJAMIN WEISER&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;
&lt;CENTER&gt;Veja imagens da prisão de piratas somalis:&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp; 
&lt;P&gt;
&lt;/CENTER&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;
&lt;UL&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;/UL&gt;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;BR&gt;Opinião:&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;
&lt;UL&gt;
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Régis Bonvicino&lt;/STRONG&gt;: &lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/regis_bonvicino/2009/04/14/os+verdadeiros+piratas+5520005.html&quot; target=_top&gt;Quem são os verdadeiros piratas&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; 
&lt;LI&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;SPAN&gt;&lt;STRONG&gt;Caio Blinder, de NY&lt;/STRONG&gt;: &lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2009/04/13/a+forma+correta+de+abordar+a+ameaca+da+pirataria+5487916.html&quot; target=_top&gt;A forma correta de abordar a&amp;nbsp;pirataria&lt;/A&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;Gerald Thomas&lt;/STRONG&gt;: &lt;A href=&quot;http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/2009/04/13/piratas-de-uma-mente-de-manhattan/&quot; target=_top&gt;Só faltou Johnny Depp e os piratas do Caribe&lt;/A&gt; &lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=piratas&quot; target=_top&gt;piratas&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:32</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Editorial: Programas de tortura da era Bush devem passar por investigação</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410740&amp;lang=pt</link>
            <description>Quando era vice-presidente, Dick Cheney nunca reconheceu o direito do público de saber nada. Agora, repentinamente, ele pegou o vírus da abertura política. Ele disse à Fox News esta semana que a decisão do presidente Barack Obama de divulgar os memorandos escritos pelo Departamento de Justiça de Bush autorizando o abuso e a tortura de prisioneiros o inspirou a pedir à CIA que divulgue as transcrições destes interrogatórios.&lt;P&gt;Fazer isso, segundo ele, mostraria ao mundo quanta informação valiosa foi obtida através de práticas como a nudez forçada, períodos prolongados sem sono, batidas contra paredes, extremos de calor e frio e o quase afogamento.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Cheney não foi completamente honesto (ele fez o pedido no mês passado), e sua lógica é confusa. Se divulgar os memorandos deixa os Estados Unidos vulneráveis a um ataque terrorista devastador (como ele afirma) imagine o potencial de perigo da divulgação dos segredos revelados pelos três terroristas mais &quot;valiosos&quot; que foram capturados desde 11 de setembro de 2001.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ainda assim, Cheney mencionou um ponto importante. Será que violar a lei contra tortura e abuso, abandonar tratados internacionais e destruir a posição da América teve algum benefício?&amp;nbsp; &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Cheney alega que a prática do afogamento salvou milhares de vidas. A maioria dos relatos que não vem de oficiais envolvidos na criação desta política sugere que isso não é verdade. A questão precisa ser respondida para que os americanos possam decidir se querem aceitar a opinião de Cheney de que os fins sempre justificam meios bárbaros.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Os americanos também precisam saber quem pressionou os advogados do Departamento de Justiça para modificar a lei e a Constituição para tornar a tortura aceitável. Além disso, precisamos saber qual a argumentação legal, se existe alguma, por trás da decisão do ex-presidente George W. Bush em autorizar a espionagem telefônica e online de seu próprio povo.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Nós precisamos saber qual a argumentação legal, planejamento e autorização por trás do programa de Bush para a &quot;interpretação extraordinária&quot; - na qual pessoas eram raptadas e enviadas a países nos quais era óbvio que seriam torturadas. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Até que estas questões sejam respondidas, não há como garantir que estes abusos não irão se repetir. A única forma de conseguir estas respostas é com uma investigação completa.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O relatório sobre o abuso cometidos contra prisioneiros no Iraque, divulgado pelo Comitê de Serviços Armados do Senado esta semana, mostrou como as decisões tomadas na Casa Branca a respeito do abuso de prisioneiros levaram diretamente aos eventos de Abu Ghraib. &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Entre os documentos que ainda precisam ser divulgados está um relatório do Departamento de Justiça sobre os advogados que escreveram as desculpas para a tortura. Ele foi concretizado no ano passado, mas mantido em sigilo pelo então procurador geral Michael Mukasey, que optou por dar aos próprios advogados a chance de ler e corrigir o documento. A CIA também deveria divulgar o relatório de seu inspetor geral sobre o abuso de prisioneiros.&amp;nbsp; &lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Foi encorajador ver Obama, que tem resistido a uma análise séria sobre estes abusos, praticamente convidar o Congresso a abrir uma investigação. Ele também não excluiu a possibilidade de processos criminais, pelo menos para os advogados e oficiais envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Entregar isso ao Congresso não foi um ato de bravura política, mas pelo menos a Casa Branca reconhece que uma investigação será necessária e não quer ficar no caminho disso. Não conseguimos imaginar como uma investigação desta poderia seguir adiante sem o testemunho de Cheney. Mas com o recente apoio do ex-vice-presidente à abertura política, temos certeza que ele compareceria.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=tortura&quot; target=_top&gt;tortura&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:31</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Equipe de Obama fala sobre projeto de lei para o meio ambiente</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410739&amp;lang=pt</link>
            <description>WASHINGTON - Oficiais da gestão Obama disseram na quarta-feira que uma proposta ambiciosa sobre energia e mudança climática patrocinada pelos democratas da Câmara pode ajudar a criar empregos e reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, mas não chegaram a apoiá-la.&amp;nbsp; &lt;P&gt;O secretário de energia Steven Chu e Lisa P. Jackson, responsável pela Agência de Proteção Ambiental, disseram a um comitê da Câmara responsável pela medida que acreditam que ela poderá ajudar o presidente Barack Obama a atingir seus objetivos em relação à mudança climática, gerando tecnologias limpas e reduzindo a dependência do petróleo estrangeiro.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ainda assim, ambos disseram que ainda estão estudando os detalhes do rascunho de 648 páginas, divulgado no&amp;nbsp; mês passado por dois legisladores democratas, os representantes Henry A. Waxman da Califórnia e Edward J. Markey de Massachusetts. Na verdade, Chu e Jackson disseram que não leram todo o rascunho e que a gestão não deu sua benção ao projeto ainda. Eles afirmaram que irão trabalhar juntamente com o Congresso para ajudar a moldar uma lei prática.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A&amp;nbsp;medida da Câmara, o projeto de lei mais amplo sobre energia e meio ambiente a passar pelo Congresso em anos, exigiria grandes mudanças na forma como os Estados Unidos geram energia, aquecem e iluminam casas e escritórios, e transportam pessoas e bens.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Uma das principais provisões estabeleceria um programa de créditos de carbono para limitar as emissões de gases causadores do efeito estufa. Obama pressionou inúmeras vezes pela ideia como parte de qualquer medida eventual, mas ele e seus assistentes sênior deixaram os detalhes do projeto nas mãos do Congresso.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=meio-ambiente&quot; target=_top&gt;meio ambiente&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:31</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Preço do petróleo resiste à tendência mundial de recessão</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410738&amp;lang=pt</link>
            <description>Nos últimos meses, o preço do petróleo despencou conforme os consumidores diminuíram os gastos com combustíveis em todo o mundo, com alguns analistas prevendo que a situação econômica faria com que o preço do barril caísse para US$20 ou menos.&lt;P&gt;Mas revertendo as previsões, o preço do petróleo se estabeleceu em cerca de US$50 o barril. Ainda que os preços tenham caído dois terços desde o auge do verão passado, o petróleo continua caro em comparação aos padrões históricos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;A resistência mostrada pelos mercados petrolíferos não se deve à qualquer melhoria na economia mundial ou queda no consumo. A demanda global permanece em curso para a pior queda desde o começo dos anos 1980 e os inventários de petróleo estão em seu nível mais alto em 19 anos.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Ao invés disso, segundo os analistas, o petróleo voltou a ser procurado por investidores como refúgio da queda do dólar e alta da inflação. A estabilização do preço do petróleo também é uma vitória para a Opep, que conseguiu cortar seus rendimentos para equiparar a baixa demanda.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Depois de ajudar a elevar o preço a valores recordes no verão passado, os investidores abandonaram os mercados petrolíferos diante da crise financeira, em uma corrida por dinheiro. O petróleo, que chegou a seu nível mais alto acima de US$140 o barril em julho passado, caiu para US$33 o barril em dezembro.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=petr%F3leo&quot; target=_top&gt;petróleo&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:29</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Taleban controla distrito a menos de 113km de Islamabade</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410737&amp;lang=pt</link>
            <description>ISLAMABADE, Paquistão - Avançando no Paquistão, militantes Talebans estabeleceram controle de um importante distrito a 113km da capital, Islamabade, afirmaram oficiais e moradores na quarta-feira.&lt;P&gt;A queda do distrito de Buner não significa que o Taleban pode iminentemente ameaçar Islamabade. Mas é outro indício da força da insurgência e gera preocupação a respeito da capacidade do governo local de resistir aos avanços do Taleban no país.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Buner, com cerca de 1 milhão de habitantes, é o caminho para uma grande cidade, Mardan, a segunda maior na província da Fronteira Noroeste, depois de Peshawar. &quot;Eles tomam Buner, depois seguem para Mardan, e o jogo acaba assim&quot;, disse um agente da lei da região.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;O Taleban chegou ao distrito pelo Vale Swat, onde o exército paquistanês concordou com uma trégua em fevereiro e permanece em barricadas.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Na quarta-feira, militantes Talebans fortemente armados patrulharam vilas em busca da polícia local que havia recuado para delegacias em grande parte de Buner, afirmaram oficias e moradores.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Organizações não-governamentais locais foram obrigadas a partir e seus escritórios saqueados, eles disseram. Imagens da televisão paquistanesa mostraram militantes Talebans triunfalmente carregando equipamentos de um escritório.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&quot;Eles estão em todos os lados&quot;, disse um morador de Daggar, a principal cidade de Buner. &quot;Não temos como resistir&quot;.&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=taleban&quot; target=_top&gt;Taleban&lt;BR&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:29</pubDate>
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            <title>Obama resiste à investigação sobre interrogatórios da era Bush</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410736&amp;lang=pt</link>
            <description>WASHINGTON - A Casa Branca e a liderança democrata no Senado deram sinais na quinta-feira de que irão impedir qualquer esforço em estabelecer uma comissão independente para investigar a aprovação da gestão Bush de técnicas violentas em interrogatórios. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/24/eua+publicarao+fotos+dos+abusos+sofridos+pelos+presos+do+governo+bush+5711924.html&quot; target=_top&gt;EUA publicarão fotos dos abusos sofridos por presos do governo Bush&lt;/A&gt; &lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Ao fazer isso, eles buscam reduzir a pressão por uma investigação completa (da oradora da Câmara Nancy Pelosi, entre outros) que aumentou desde que o presidente Barack Obama sugeriu na terça-feira que está aberto a tal investigação. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Enquanto a Casa Branca alega que Obama nunca apoiou tal investigação abertamente, sua oposição mais firme à possibilidade, comunicada aos líderes congressistas em reuniões na quarta e quinta-feira, representa uma mudança de ênfase.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em um encontro com a liderança democrata na noite de quarta-feira, Obama disse que um inquérito especial roubaria tempo e energia de sua agenda política e poderia se tornar uma distração ao analisar os anos Bush, afirmaram as pessoas envolvidas na questão. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Obama, segundo elas, repetiu a mesma mensagem divulgada no encontro bipartidário de quinta-feira com líderes congressistas.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O líder da maioria do Senado, Harry Reid de Nevada, e outros democratas do Senado apoiaram a opinião de Obama na quinta-feira, dizendo aos repórteres em uma coletiva de imprensa no Capitólio que preferem esperar pelos resultados de uma investigação do Comitê de Inteligência do Senado, que deve ser anunciado ainda este ano.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&quot;Eu acho que seria imprudente, na minha opinião, começar comissões, painéis, tribunais, até que saibamos quais são os fatos&quot;, disse Reid. &quot;Eu não conheço forma melhor de saber os fatos do que através do Comitê de Inteligência. Eu acho que essa será a melhor de fazermos isso&quot;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Na Casa Branca, o porta-voz de Obama, Robert Gibbs, disse que &quot;não é o momento para uma retribuição&quot; e que &quot;devemos olhar para frente&quot;.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href=&quot;http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;q=Obama&quot; target=_top&gt;Obama&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
            <author>Último Segundo :: New York Times</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:30:28</pubDate>
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