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        <title>Ciência e Ambiente - OrangEye.com</title>
        <description>Notícias / News</description>
        <link>http://www.orangeye.com/</link>
        <lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2009 21:00:02</lastBuildDate>
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        <language>pt</language>
        <copyright>2009</copyright>
        <managingEditor>OrangEye Portal</managingEditor>
        <webMaster>webmaster@orangeye.com</webMaster>
        <category>Ciência e Ambiente</category>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional de Resíduos: Portugal tratou, em 2008, 50 mil toneladas de RIP</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410960&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No ano passado, Portugal conseguiu dar resposta a 50 mil toneladas de
resíduos industriais perigosos (RIP), que foram tratados nos CIRVER e
através de co-incineração. «Para o Ministério do Ambiente sempre foi
claro que estas soluções são complementares», afirmou&amp;nbsp; Sérgio Bastos,
adjunto do ministro do Ambiente, no 3º Fórum Nacional de
Resíduos,organizado pelo jornal Água&amp;amp;Ambiente, e que termina hoje, em
Lisboa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No painel «Novos caminhos para os resíduos industriais
perigosos»,&amp;nbsp; o responsável adiantou que, em 2008, foram recebidos pela
Ecodeal cerca de 10 mil toneladas de resíduos industriais perigosos,
dos quais 3500 toneladas foram valorizadas e 7000 toneladas eliminadas.
No caso da Sisav deram entrada 40 300 toneladas, das quais 34 mil
toneladas foram eliminadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Em relação à co-incineração, na cimenteira da Secil, no Outão,
foram co-incineradas 4600 toneladas de RIB, enquanto que a
co-incineração na unidade de Souselas, da Cimpor, abrangeu 1300
toneladas de RIB.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Sisav quer tratar 150 mil toneladas de RIB
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No mesmo painel, Carlos Cardoso, administrador executivo do
consórcio Sisav, revelou que o objectivo do CIRVER da sua empresa é
tratar 150 mil toneladas anuais. No ano passado, a unidade recebeu apenas
40 mil toneladas, de qualquer modo, só entrou em funcionamento em
Agosto de 2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Por sua vez, Júlio Abelho, director do Centro Técnico da Secil,
ressaltou que, no ano passado, a utilização de resíduos industriais
banais e RIP conduziu a uma poupança de 59kg de CO2 por tonelada de
clínquer.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br&gt;
&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:54</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional de Resíduos: Projecto sobre o fim do estatuto do resíduo em curso</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410959&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Até ao final de 2010 estará concluído o projecto, que está a ser elaborado
por um grupo multidisciplinar da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), sobre
o fim do estatuto do resíduo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Com este projecto espera-se, nomeadamente, evitar «a aplicação
desnecessária da legislação em matéria de resíduos em tempo útil»,
referiu Anabela Borges, técnica das entidades gestoras e mercados de
resíduos da APA, durante o 3º Fórum Nacional de Resíduos, organizado
pelo jornal Água&amp;amp;Ambiente, que decorre durante esta quinta-feira,
em Lisboa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No mesmo painel, subordinado ao tema «Resíduos na produção
industrial» Fernando Moita, responsável pelo Departamento de Inovação
e Desenvolvimento do Ambigroup, alertou para a sobreposição que existe
ao nível dos fluxos de resíduos e de entidades gestoras. Esta é uma
preocupação para o grupo que se prepara, em breve, para desenvolver uma
nova área de negócio: a comercialização de peças usadas para
automóveis.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:54</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional de Resíduos: Mercado Organizado de Resíduos em avaliação</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410958&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Ainda não existe uma decisão em
relação ao funcionamento do Mercado Organizado de
Resíduos (MOR), mas «há a intenção
de rapidamente se chegar ao fim deste processo», disse Ana
Cristina Carrola,  chefe de divisão das Entidades Gestoras e
Mercados de Resíduos, da Agência Portuguesa do Ambiente,
durante o 3º Fórum Nacional de Resíduos,
organizado pelo jornal &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Água&amp;amp;Ambiente&lt;/span&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div startcont=&quot;this&quot; style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«A legislação está
a ser preparada. Esperamos que o processo seja fechado com muita
rapidez», revelou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No mesmo painel, dedicado ao
“Mercado Organizado de Resíduos: encontro entre a oferta e a
procura”, Jorge Saraiva, director do Departamento de
Desenvolvimento e Investigação Tecnológica da
Clever Solutions, apresentou o exemplo do Ambiportal, uma plataforma
que tenta juntar produtores e operadores, que já está
em funcionamento há seis meses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«Não se trata de uma bolsa, mas
o produtor tem a possibilidade de receber a melhor proposta para o
resíduo que apresenta», explicou, no último
painel da manhã do 3º Fórum Nacional de Resíduos.
Até agora, mais de 5 mil toneladas de resíduos já
foram transaccionadas através desta plataforma, adiantou Jorge
Saraiva ao &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;AmbienteOnline&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:53</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional de Resíduos: Empresas confirmam potencial da estratégia “desperdício-zero” do ...</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410957&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;A estratégia do “desperdício-zero” tem
«um grande potencial que tem vindo a ser comprovado pela indústria», garante
Anabela Correia, técnica da Unidade de Tecnologias de Prevenção e Reciclagem do
Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI). A especialista
esteve envolvida no projecto PreResi – Prevenção de Resíduos Industriais, que
decorreu entre 2005 e 2007, e envolveu 12 empresas de 7 sectores, que implantaram
medidas de gestão de resíduos numa óptica de produção “zero” de resíduos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Falando no primeiro painel da
Conferência da Indústria, integrada no 3º Fórum Nacional de Resíduos, que
decorreu em Lisboa, Anabela Correia sublinhou que para implantar a estratégia
“zero” o primeiro passo a dar é «interiorizar na empresa a minimização de
resíduos como um aspecto fundamental para o negócio». Depois disso, há todo um
processo de caracterização da actividade da empresa e identificação das causas
do desperdício, procurando soluções para as evitar. Os resultados de duas das
empresas envolvidas – a Toyota Caetano Portugal e a Dyrup – confirmam a
viabilidade deste método.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-size: 8pt;&quot;&gt;Toyota
reduziu custos da ordem dos 25 mil euros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No caso da Toyota Caetano, a aplicação
da metodologia definida no PreResi para a redução dos resíduos produzidos –
sensibilização, planeamento e organização; avaliação de oportunidades; análise
da viabilidade; plano de acções e implantação – permitiu a redução de custos
directos na ordem dos 25 mil euros. Mesmo depois de terminado o projecto,
Cláudia Pereira, directora do Departamento de Qualidade e Segurança da Toyota
Caetano, afirma que «o PreResi ainda vive na empresa». &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;De acordo com a responsável, para além
das reduções conseguidas em termos de consumo de recursos, foi detectada uma
oportunidade em relação aos produtos não conformes. Neste domínio, a empresa
criou o grupo “PreResi Assembly”, cujo objectivo passa por implantar medidas
para reduzir a quantidade de resíduos de produtos não conformes, na montagem
final dos veículos que produz na fábrica de Ovar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-size: 8pt;&quot;&gt;Dyrup
poupa nos custos com a gestão do solvente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;A Dyrup foi a empresa estudo de caso
do sector das tintas e vernizes, no projecto PreResi. De acordo com Paula
Lourenço, responsável de Ambiente, Higiene e Segurança da empresa, as águas
residuais, o papel, o diluente sujo e as lamas eram os elementos que geravam
maiores custos em termos de recursos desperdiçados. A aplicação da estratégia
permitiu, entre outros benefícios, uma redução de 15 por cento nos custos com a
gestão do solvente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Na sua intervenção, Paula Lourenço
sublinhou ainda o papel na nova Directiva Quadro dos Resíduos na abertura de
novas possibilidades, referindo-se, nomeadamente, à hipótese de reutilização das
lamas da Eptari (estação para tratamento de águas residuais industriais) na
indústria vitro-cerâmica, apoiada no surgimento do conceito de resíduo como
subproduto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:53</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional dos Resíduos: Universidade de Aveiro faz pigmentos a partir de lamas</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410956&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Uma equipa de investigadores do departamento de Engenharia
dos Materiais da Universidade de Aveiro está a desenvolver um projecto de
produção de pigmentos a partir de lamas industriais, com aplicação no sector
cerâmico.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Segundo João Labrincha, professor daquele departamento e
coordenador do projecto, esta tecnologia de aproveitamento dos resíduos
industriais, desenvolvida até agora em laboratório, poderá ter aplicação na
indústria, numa «lógica de incorporação menor», consciente das necessidades que
se impõem às empresas em termos de competitividade.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«As espécies metálicas presentes
nos resíduos industriais, que lhes conferem perigosidade, são as que utilizamos
para fazer cor», explicou João Labrincha esta quinta-feira, no segundo painel &lt;span style=&quot;font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;da Conferência da Indústria,
integrada no 3º Fórum Nacional de Resíduos, organizado pelo jornal
Água&amp;amp;Ambiente, que decorreu em Lisboa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;No painel dedicado ao tema
“Redução de Resíduos na Indústria: novos conceitos legais e sua operacionalidade”,
o especialista em Engenharia de Materiais referiu que a queima dos resíduos a
temperaturas elevadas permite a sua inertização, da qual resulta um pó com
«elevado valor acrescentado».&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt; font-weight: bold;&quot;&gt;Mercado Organizado de Resíduos ajuda a viabilizar projecto&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Lamentando o facto de ainda não
haver empresas em Portugal que se dediquem à produção de pigmentos para a
indústria cerâmica (em Espanha, já existe este mercado), o investigador
acredita que a criação de um Mercado Organizado de Resíduos – cujas propostas
de elaboração estão ainda em avaliação na Agência Portuguesa do Ambiente – será
«uma excelente oportunidade» para a viabilização de projectos deste género.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;A experiência tem sido
desenvolvida em parcerias com algumas empresas nacionais que actuam no sector
dos resíduos, como a Extrusal, e conta já com o apoio da
multinacional espanhola Ferro, que opera no mercado da pigmentação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:52</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Economia e empregos mais verdes são tendência nos próximos anos</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410955&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Perante a instabilidade económica
global, e o consequente aumento do desemprego, importa pensar nas oportunidades
que surgem da crise. O &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;greening&lt;/span&gt; da economia surge como incontornável num
cenário em que as alterações climáticas ditam a emergência de novos mercados,
novos negócios e novas tecnologias. O futuro da economia, segundo confirmam os
especialistas contactados pelo &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;AmbienteOnline&lt;/span&gt;, passa pelo “verde”. De
resto, a criação de &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;uma
economia mais limpa, que proporcione a criação de empregos verdes, é um dos
princípios básicos do Dia Mundial da Terra, que se celebrou no dia 22 de Abril.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Energia, água e resíduos são áreas que,
futuramente, conhecerão um novo fôlego nos próximos anos em todo o mundo, e
Portugal não é excepção. As tecnologias limpas e de eficiência energética
granjeiam os principais investimentos. Só no campo da energia deverão ser
investidos 18 300 milhões de euros até 2014, uma quantia absorvida em 50 por
cento pelas renováveis. Dados da Associação Portuguesa de Energias Renováveis
(Apren) apontam para a disponibilização de mais de 6 mil milhões de euros de
investimento privado nas energias renováveis até 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;De acordo com Afonso Lobato Faria,
director de Desenvolvimento Sustentável do Instituto de Soldadura e Qualidade,
a hídrica, a eólica e o solar térmico estarão na base dos grandes negócios do
futuro. O especialista admite que o sector da energia é mesmo o que apresenta «o
maior potencial de crescimento» nos próximos anos, com reflexos positivos na
criação de empregos ligados à indústria que sustenta o sector. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Um estudo recente da Organização
Internacional do Trabalho indica que a energia renovável irá gerar mais emprego
do que os combustíveis fósseis – os investimentos neste segmento deverão
contribuir para a criação de, pelo menos, 20 milhões de empregos. Este número
reparte-se entre os 2,1 milhões de trabalhadores no segmento eólico; 6,3
milhões no solar, e 2030; e cerca de 12 milhões de empregos nos biocombustíveis
relacionados com a agricultura e a indústria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-size: 8pt;&quot;&gt;Água é oportunidade de negócio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Lobato Faria estima ainda que «todos os
negócios relacionados com o uso mais eficiente da água, ou seja, com a redução
do consumo de água na indústria, na agricultura e no sector doméstico», podem
vingar nos próximos anos. O aumento do preço da água será, na opinião do
especialista, a alavanca para o crescimento do sector. A opinião é partilhada
por Carlos Martins, presidente da Comissão Executiva da Simtejo, que defende
que a reutilização de águas residuais tratadas e a eficiência energética das
instalações dos sistemas de tratamento de água e águas residuais configuram
novas oportunidades de negócio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Também Jaime Melo Baptista, presidente
do Instituto Regulador de Águas e Resíduo, reconhece um «elevado potencial
genérico de desenvolvimento empresarial» aos sectores da água e resíduos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-size: 8pt;&quot;&gt;Eficiência
faz crescer novos mercados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Actualmente, defende Eduardo Oliveira
Fernandes, professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do
Porto, Portugal é «irresponsável» no uso dos recursos energéticos, pelo que «o
negócio com maior potencial resultará do despertar para uma consciência da
necessidade e do potencial tecnológico e de serviços (emprego) da promoção da
eficiência energética».&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;O especialista acredita no aparecimento
massivo de empresas de pequena e média dimensão, nas áreas da auditoria,
projectos térmicos e de certificação de edifícios, programas de manutenção,
painéis solares, novos sistemas de queima de biomassa, isolamento térmico das
habitações, sistema de aquecimento e de ventilação modernos e fiáveis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;De acordo com o relatório “Empregos
Verdes: Trabalho Decente num mundo sustentável e com baixas emissões de carbono”,
os investimentos no aumento da eficiência energética dos edifícios podem criar &lt;st1:metricconverter productid=&quot;2 a&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;2 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 3,5 milhões de empregos
verdes na Europa e nos Estados Unidos. O documento afirma ainda que, para
acelerar o crescimento dos empregos verdes, é necessário obter um novo acordo
sobre o clima, mais decisivo e abrangente, quando os países se reunirem em
Copenhaga, no final de 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:51</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>3º Fórum Nacional de Resíduos: Uso de CDR em cimenteiras como parte da solução para gestão dos ...</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410954&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«O uso de CDR [combustível
derivado de resíduos] nas cimenteiras pode ser uma parte da
solução para a gestão de resíduos».
Esta é a opinião de Dik Lechtenberg, consultor da SGR –
Sociedade Gestora de Resíduos, empresa que se afirma como
«pioneira» em Portugal na produção de CDR
para queima em cimenteiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div startcont=&quot;this&quot; style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Dik
Lechtenberg considera fundamental «usar o lixo como recurso».
Na intervenção que fez ontem, no terceiro
painel da Conferência da Indústria, integrada no 3º
Fórum Nacional de Resíduos, organizado pelo jornal
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Água&amp;amp;Ambiente&lt;/span&gt;, em Lisboa, o consultor referiu que,
em Portugal, a produção de 70 toneladas de CDR/hora
permitiria a redução de um milhão de toneladas
de dióxido de carbono. O problema é que «não
deve haver tantos resíduos à disposição»,
lamentou no painel “Oportunidades das empresas no novo quadro de
gestão de resíduos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Actualmente,
a SGR Ambiente produz na fábrica do Seixal cerca de 45
toneladas/dia de CDR, que escoa para as fábricas da Secil,
onde o combustível é incinerado. De acordo com o
responsável da SGR, «o País tem condições
de mercado, uma vez que não há capacidade de tratamento
suficiente para todos os resíduos gerados. Faz sentido, por
isso, utilizá-los como combustíveis alternativos»,
sublinha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;O uso
deste combustível é já uma realidade mais sólida
em países como a Alemanha. Segundo Lechtenberg, quase todas as
pequenas fábricas de cimento alemãs usam CDR:
«Actualmente, 60 por cento das necessidades energéticas
das cimenteiras na Alemanha são satisfeitas por combustível
alternativo. Em Portugal, esse valor ronda apenas os 20 por cento»,
indicou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:51</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Moura pode acolher central solar termoeléctrica</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410953&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;O
município de Moura pode vir a acolher um novo projecto para
aproveitar a energia do sol. Depois de no ano passado ter entrado em
funcionamento a central fotovoltaica de Moura, a autarquia,
juntamente com as empresas Martifer Renewables, Lógica EM,
Martifer Energy Systems e Iskandar vão juntar esforços
no sentido de analisar a viabilidade da instalação de
uma central solar termoeléctrica, com 50 MW, de potência
instalada no concelho. Para o efeito, as cinco entidades assinaram
ontem um memorando de entendimento. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Além
disso, as cinco entidades pretendem actuar conjuntamente no sentido
de sensibilizar as entidades governamentais para a necessidade de
adopção de um enquadramento regulamentar mais favorável
que permita a viabilidade de projectos desta natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Esta
parceria poderá também contribuir para o
desenvolvimento de um conjunto de actividades inerentes a um projecto
desta dimensão, tanto ao nível de
investigação e desenvolvimento, como no desenvolvimento
de estudos respeitantes a eficiência&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;energética
naquele concelho, lê-se num comunicado da Martifer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:50</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Parecer do Estado sobre refinaria Balboa concluído «nos próximos dias»</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410952&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Está para breve a divulgação
do parecer final do Estado sobre o impacte ambiental que a refinaria
Balboa, prevista para a Extremadura espanhola, poderá ter no
território português. O secretário de Estado do
Ambiente, Humberto Rosa, garantiu ao &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;AmbienteOnline &lt;/span&gt; que a
equipa do Ministério do Ambiente está «a
finalizar o documento, pelo que o parecer deverá ser emitido
nos próximos dias». 
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div startcont=&quot;this&quot; style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Falando à margem da sessão
de abertura da Conferência de Resíduos, no 3º Fórum
Nacional de Resíduos, que decorreu em Lisboa de 22 a 23 de
Abril, organizado pelo jornal Água&amp;amp;Ambiente, Humberto Rosa
argumentou que o documento «não está atrasado»,
alegando que o ministério está a ter «muito
cuidado na sua apreciação». No final de Março,
o ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, tinha remetido a
divulgação do parecer da tutela para, «no
máximo», meados de Abril, isto depois de já ter
apontado o final do mês passado como limite para a sua
publicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;A refinaria Balboa está
projectada para o município de Santos de Maimona, província
de Badajoz, a cerca de 100 quilómetros da fronteira com
Portugal. A sua construção tem sido alvo de críticas
nos dois lados da fronteira, nomeadamente por parte de associações
ambientalistas e investidores turísticos, com projectos para a
zona de Alqueva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Os críticos temem que a refinaria tenha impactes negativos
na qualidade do ar e da água naquela zona, e que traga
prejuízos para a saúde pública. Recentemente,
algumas associações ambientalistas de Portugal e
Espanha lançaram uma petição online, endereçada
aos presidentes do Parlamento Europeu, da Assembleia da República
Portuguesa e do Parlamento Espanhol, com o objectivo de recolher
assinaturas para sensibilizar aquelas entidades para que inviabilizem
o projecto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify; font-family: Verdana;&quot;&gt;
&lt;/p&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:49</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Sintra apresenta plano estratégico de combate às alterações climáticas</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410951&amp;lang=pt</link>
            <description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;A
Câmara Municipal de Sintra apresentou ontem os resultados do
estudo SIAM Sintra (Scenarios, Impacts and Adaptation Measures), que
irão configurar o seu plano estratégico de adaptação
e combate às alterações climáticas. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«Avaliámos
em diferentes vertentes a questão das alterações
climáticas sobre os recursos hídricos, sobre as zonas
costeiras, a adaptação nas florestas e a questão
da adaptação também sobre a biodiversidade.
Aquilo que notámos com este estudo é que as alterações
não são tão significativas quanto aquelas que
nós esperaríamos que pudessem vir a acontecer»,
disse o vereador da câmara de Sintra com o pelouro do Ambiente,
Marco Almeida, citado pela agência Lusa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Segundo
o responsável, este estudo indica que, dentro de 70 anos,
poderá haver «um ligeiro aumento do nível do mar
que não tem implicações» directas na costa
do concelho. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;«O
estudo pressupõe o desaparecimento de algum areal ao longo da
costa mas não tem nenhum impacto nas localidades que estão
próximas do litoral», disse Marco Almeida. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;Este
projecto teve a coordenação científica de Filipe
Duarte Santos e contou com a participação de um
conjunto de especialistas nacionais nesta temática que já
tinham colaborado no projecto. &lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;</description>
            <author>Ambiente Online</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:49</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Planeta &amp; Clima: REDD ou abóbora?</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410950&amp;lang=pt</link>
            <description>Discussões sobre acordo para emissões de desmatamento ganharam passo, mas será que o embalo da carruagem aguenta até Copenhague?</description>
            <author>BBCBrasil.com | Ciência &amp; Saúde</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:48</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Australiana cuida de 500 morcegos em clínica na própria casa</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410949&amp;lang=pt</link>
            <description>Trish Wemberley trata animais com feridas, infecções ou fraturas.</description>
            <author>BBCBrasil.com | Ciência &amp; Saúde</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:47</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Cientistas britânicos descobrem 'algas dançarinas'</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410948&amp;lang=pt</link>
            <description>Estudo de Cambridge mostra alga de água doce Volvox forma grupos estáveis que dançam 'valsa' e 'minueto'.</description>
            <author>BBCBrasil.com | Ciência &amp; Saúde</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:46</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Florestas correm risco de parar de 'filtrar' carbono, diz estudo</title>
            <link>http://www.orangeye.com/index.php?news=1&amp;visual=1&amp;news_id=410947&amp;lang=pt</link>
            <description>Especialistas alertam para danos provocados se temperatura terrestre subir 2,5ºC.</description>
            <author>BBCBrasil.com | Ciência &amp; Saúde</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:45</pubDate>
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            <title>Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015, diz Oxfam</title>
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            <description>Número de pessoas envolvidas em catástrofes da natureza subirá 50% até 2015, diz Ong.</description>
            <author>BBCBrasil.com | Ciência &amp; Saúde</author>
            <pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:41:45</pubDate>
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